
Ainda este mês, o General David Petraeus, responsável militar máximo no Iraque, deu conta ao senado norte-americano da evolução, ténue e frágil segundo as palavras do General, no Iraque. Este mesmo responsável militar, segundo a revista Economist, sublinhou o decréscimo da violência étnica no Iraque, não obstante o recente episódio de violência da milícia do radical xiita Muqtada al-Sadr. O General Petraeus deu ainda conta da criação de legislação que permite aos sunitas uma maior integração. O General Petraeus não se absteve, porém, de enfatizar alguma intromissão do Irão, designadamente no apoio, através de armamento, a grupos xiitas.
Estes progressos, apesar de relativamente anódinos, são um sinal de esperança num país ainda mergulhado no caos. Esta semana, foi libertado um jornalista britânico, Richard Butler, em cativeiro desde o mês de Fevereiro. A sua libertação contou com a forte participação de tropas iraquianas, o que representa um sinal de alguma consolidação das forças militares iraquianas.
Estes são sinais positivos, apesar de se estar longe de uma pacificação do Iraque. Note-se que o processo de reconciliação entre xiitas e sunitas e, em menor grau, curdos, é essencial para a estabilização da região. De igual modo, a segurança do país deve passar cada vez mais pelas mãos dos próprios iraquianos.
O mundo ainda se encontra numa fase de condenação da intervenção militar do Iraque – acontecimento que deu nova força ao antiamericanismo crescente um pouco por todo o mundo. De qualquer forma, a resolução da instabilidade no Iraque é essencial para a região, mas também terá consequências determinantes a nível global.
Com as eleições presidenciais americanas à porta, pese embora a indefinição quanto ao candidato no partido Democrata, cresce também a expectativa em relação a futuro do Iraque. Os candidatos democratas têm criticado ferozmente a presença militar americana no Iraque, e são favoráveis a uma retirada – muda um pouco a forma, mas a substância parece ser a mesma para ambos candidatos. Do lado republicano, John McCain, tem defendido a tese segundo a qual as tropas americanas devem permanecer em solo iraquiano até se verificar a estabilização do país.
No essencial, esta é uma questão que pesará na hora de decisão de muitos americanos. De facto, a presença militar americana no Iraque conta com cada vez menos adeptos, mas uma retirada extemporânea pode resultar no aumento exponencial da violência e numa muito provável guerra civil, com consequências gravosas para todo Médio Oriente.
Estes progressos, apesar de relativamente anódinos, são um sinal de esperança num país ainda mergulhado no caos. Esta semana, foi libertado um jornalista britânico, Richard Butler, em cativeiro desde o mês de Fevereiro. A sua libertação contou com a forte participação de tropas iraquianas, o que representa um sinal de alguma consolidação das forças militares iraquianas.
Estes são sinais positivos, apesar de se estar longe de uma pacificação do Iraque. Note-se que o processo de reconciliação entre xiitas e sunitas e, em menor grau, curdos, é essencial para a estabilização da região. De igual modo, a segurança do país deve passar cada vez mais pelas mãos dos próprios iraquianos.
O mundo ainda se encontra numa fase de condenação da intervenção militar do Iraque – acontecimento que deu nova força ao antiamericanismo crescente um pouco por todo o mundo. De qualquer forma, a resolução da instabilidade no Iraque é essencial para a região, mas também terá consequências determinantes a nível global.
Com as eleições presidenciais americanas à porta, pese embora a indefinição quanto ao candidato no partido Democrata, cresce também a expectativa em relação a futuro do Iraque. Os candidatos democratas têm criticado ferozmente a presença militar americana no Iraque, e são favoráveis a uma retirada – muda um pouco a forma, mas a substância parece ser a mesma para ambos candidatos. Do lado republicano, John McCain, tem defendido a tese segundo a qual as tropas americanas devem permanecer em solo iraquiano até se verificar a estabilização do país.
No essencial, esta é uma questão que pesará na hora de decisão de muitos americanos. De facto, a presença militar americana no Iraque conta com cada vez menos adeptos, mas uma retirada extemporânea pode resultar no aumento exponencial da violência e numa muito provável guerra civil, com consequências gravosas para todo Médio Oriente.
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