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Quando se escolhe o pior

EUA e Brasil escolheram para as suas lideranças quem estava muito longe de alguma vez ter demonstrado ter capacidade para liderar um país. EUA e Brasil, contrariamente ao que se esperaria, não escolheram os melhores, mas sim os piores entre os piores. 
Zangados, desinformados e teimosos optaram pela pior das soluções, tendo noção ou não de que estavam a fazer essas péssimas escolhas, o facto é que chegou a hora de pagar a factura e, infelizmente, todos, sem excepção, serão chamados a pagá-la.
Donald Trump primeiro desvalorizou o vírus, falando mesmo em embuste, agora o vírus ataca sem contemplações os EUA e poderá mesmo custar-lhe a reeleição. Agora, perante todas as evidências, Trump não desvaloriza, mas assusta-se não com a perda de vidas, mas sim, e exclusivamente, com as perdas no PIB.
Pior ainda é Bolsonaro. Pior do que um idiota é um idiota com poder. O tamanho da irresponsabilidade de Bolsonaro ainda está por avaliar, mas esboça-se já o pior dos cenários. O Presidente brasileiro insiste em desvalorizar o vírus colocando em risco milhões de vidas. Adivinha-se uma hecatombe. Mais uma vez, um preço a pagar por todos.

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