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Lembrar os horrores do Holocausto

75 anos depois da libertação de Auschwitz o mundo ainda não se livrou das ameaças nazis. Há 75 anos o mundo ficou horrorizado com a libertação dos campos, ganhando, muitos pela primeira vez, verdadeira noção da hecatombe humana promovida pelo regime nazi.
Seria de se esperar que os horrores do Holocausto não só fossem lembrados como servissem de antídoto a venenos iguais ou similares. E é precisamente isso que não acontece.
O mundo  depara-se com extremismos que fazem lembrar os piores tempos da Europa. Muitos assumem as suas simpatias pelo nazismo sem qualquer espécie de pudor. Portugal, embora em menor escala, não é excepção. No caso de persistência de dúvidas, veja-se o que acontece nos comícios de partidos como o Chega, com assento parlamentar.
A forma de combater esses extremismos é com mais coragem para combater as imperfeições da democracia, reforçando a própria democracia. A forma de combater esses extremismos é igualmente não deixar que a barbárie seja alguma vez esquecida.

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