quinta-feira, 11 de junho de 2015

Apelos à emigração.

Não é meu hábito, mas vou dar uma ajudinha ao ainda primeiro-ministro, enunciando alguns dos verdadeiros mitos urbanos: desemprego a baixar, dívida sustentável; país a crescer (para quem?); o governo que mais investiu na saúde, ao ponto de fortalecer o SNS; inexistência da habitual promiscuidade entre poder político e poder económico; justiça social,ou já agora qualquer tipo de justiça; qualquer coisa semelhante a um futuro; e um dos mitos urbanos com maior sucesso - a culpa disto tudo é do senhor que está preso e do seu partido, como se ninguém da coligação que sustenta o Governo tivesse alguma coisa a ver com o assunto. Isto não pode ser sério. E porém, é tudo dito como se de uma verdade insofismável se tratasse. Estes são apenas alguns mitos urbanos promovidos pelo Governo.
Estranhamente são estes senhores que nada tem contribuído para o debate político muito próprio dos períodos eleitorais, preferindo ao invés fazer entretenimento com mentiras e jogos de palavras.

O actual Governo fez claros incentivos à emigração, desde secretários de Estado, passando pelo inefável Relvas e culminando no primeiro-ministro. Paralelamente, toda a acção do ainda Governo tem sido um verdadeiro convite à emigração e uma eventual reeleição destes senhores é um imperativo a essa mesma emigração, quer do ponto de vista da sobrevivência material, quer do ponto de vista da própria sanidade mental.

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