sexta-feira, 14 de junho de 2013

A celeridade da Justiça

Os Portugueses têm o hábito de se queixarem da ineficiência e morosidade da Justiça, existe mesmo quem justifique a baixa competitividade da economia portuguesa com essa tal morosidade.
Porém, os Portugueses podem até nem ter razão. Veja-se a eficiência e rapidez com que o cidadão Carlos Costal, acusado de difamação foi condenado a multa de 1300 euros. Uma condenação de um dia para o outro. O episódio passou-se há escassos dias, em Elvas, o alvo dos impropérios ("vai trabalhar!") foi Sua Excelência, o Senhor Presidente da República, o excelso Senhor Doutor Cavaco Silva. A Justiça é eficiente, é célere. Quem diz o contrário, não sabe do que fala. E se dúvidas existirem, pergunte-se ao ilustre Presidente da República que, com a sua perspectiva empírica, é capaz de dar a resposta mais elucidativa.

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