É o resultado directo da austeridade, do retrocesso social, da subserviência inexorável dos políticos aos mercados. do condicionamento de qualquer perspectiva de futuro. Imagens que chegam de Espanha, mineiros e cidadãos comuns em protesto. A repressão é a receita habitual e com as imagens de protesto chegam também imagens de violência, algumas particularmente dificeis de aceitar.
Espanha acentuou as suas medidas de austeridade com o objectivo claro de resgatar a banca. Assim, os Espanhóis vêem o IVA subir consideravelmente, os funcionários públicos perdem o subsídio de Natal, os subsídios de desemprego serão reduzidos, etc. Nada de novo, portanto. A receita é a da desgraça de outros povos, os resultados estão longe de serem positivos e as economias morrem lentamente.
Há contudo uma diferença: a convulsão social será maior em Espanha, no país onde nasceu o movimento Indignados.Por conseguinte, é muito provável que a Europa deixe de assistir à passividade dos Portugueses ou ao esmorecimento dos Gregos para assistir a uma verdadeira convulsão social num país que há escassos anos atrás servia de exemplo para muitos. Rajoy justifica-se com os erros do passado. Erros de quem? Da banca? Das conivências políticas com o sistema financeiro? A resposta não podia ser mais clara.
Espanha acentuou as suas medidas de austeridade com o objectivo claro de resgatar a banca. Assim, os Espanhóis vêem o IVA subir consideravelmente, os funcionários públicos perdem o subsídio de Natal, os subsídios de desemprego serão reduzidos, etc. Nada de novo, portanto. A receita é a da desgraça de outros povos, os resultados estão longe de serem positivos e as economias morrem lentamente.
Há contudo uma diferença: a convulsão social será maior em Espanha, no país onde nasceu o movimento Indignados.Por conseguinte, é muito provável que a Europa deixe de assistir à passividade dos Portugueses ou ao esmorecimento dos Gregos para assistir a uma verdadeira convulsão social num país que há escassos anos atrás servia de exemplo para muitos. Rajoy justifica-se com os erros do passado. Erros de quem? Da banca? Das conivências políticas com o sistema financeiro? A resposta não podia ser mais clara.
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