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Parcerias

O Governo está a preparar uma renegociação ao nível das famigeradas parcerias público-privadas, O ministro da Economia, também conhecido por Sr. Coiso, fala numa renegociação de trinta por cento.
Desde há muito que alimento a ideia de que os cidadãos pouco sabem sobre estes e outros negócios ruinosos que foram feitos ao longo de largas décadas. A informação escasseia e o interesse, de um modo geral, também não abunda.
Seja como for, sabe-se que as ditas parecerias público-privadas, em particular as de natureza rodoviária, têm custos incomportáveis e oneram várias gerações. Consequentemente, a sua renegociação é um imperativo para que se possa aliviar o país de mais este encargo.
Por aquilo que se depreende das palavras do ministro da Economia, esta renegociação poderá surtir os seus efeitos, embora não se conheçam em detalhe os pormenores das negociações.
Em Portugal há quem tenha ganho muito com um negócio que mais não é do que uma renda sem que para isso tenha arriscado fosse o que fosse. Ganham concessionárias, construtoras, banca. Perderam os Portugueses, pertencentes a várias gerações.
A notícia de uma inevitável renegociação é, de um modo geral, positiva.

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