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Zangam-se as comadres

Não se conhecem propriamente as verdades, até porque essas já são sobejamente conhecidas. Trata-se afinal de mais uma Cimeira dos G7 com a participação de Donald Trump. Os desentendimentos são mais que muitos e zangam-se as comadres. A comadre Trump encontra-se, também para variar, numa posição isolada.
O maior desentendimento teve lugar entre Justin Trudeau, primeiro-ministro canadiano, e Donald Trump, inacreditavelmente Presidente americano. Tudo a propósito do proteccionismo americano.
Em bom rigor, esse proteccionismo não só havia sido esperado, depois de de uma crise financeira de dimensões incomensuráveis, como havia também sido prometido por Donald Trump. Em suma as comadres zangaram-se por causa de dinheiro, imbuídas naquele espírito de superioridade em relação aos outros e incapazes de lidar com uma comadre egocêntrica e a manifestar alguns sinais de senilidade, agem de forma desorientada e não fazem a mais pequena ideia do que fazer. Resta, por conseguinte, zangarem-se e acusarem-se mutuamente nas redes sociais enquanto tiram fotografias em conjunto incapazes de esconderem as birras.
E o que está em causa? O aumento das tarifas, devido a questões de segurança nacional (?) evocadas por Donald Trump. O aumento das tarifas no sector automóvel e já antes os aumentos prometidos para o sector do alumínio e do aço que recaem sobre Canadá, México e UE não caem bem entre as comadres. Entretanto e para piorar tudo, a comadre Trump pediu a reintegração de uma comadre russa expulsa.
Sucintamente, zangam-se as comadres perante um mundo que não as compreende e que se afasta delas e que começa ansiar pelo início do campeonato do mundo de futebol.

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