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A mostrar mensagens com a etiqueta Obama

Obama e eleições

Barack Obama desdobra-se em deslocações de apoio a democratas que concorrem para a Câmara dos Representantes e para o Senado. As eleições de Novembro são o teste que Obama dificilmente conseguirá passar. A ideia que muitos Americanos têm da Administração Obama não é a melhor: a recuperação económico ainda não é uma realidade e muitos Americanos estão prontos para penalizar o Presidente e o seu partido, dando claro benefício ao partido que mais contribuiu para a crise que começou precisamente nos EUA. Ao que tudo indica, as pessoas esquecem rapidamente o que esteve subjacente à crise e quem acaba por pagar injustamente a factura é uma administração que apesar das óbvias dificuldades inerentes a um modelo económico muito consolidado e assente na divinização dos mercados, tem tentado dar novo lançamento à economia, procurando seguir outro caminho. O mais grave é que não se aprendeu nada com a crise e, por aquilo que se depreende da vontade de muitos Americanos, há uma tentação ...

Vitória de Barack Obama

Depois do surgimento reiterado de dificuldades na Administração Obama, a aprovação da reforma da Saúde é um mais um feito histórico protagonizado por Barack Obama. Os Estados Unidos estão de parabéns por terem aprovado uma reforma na Saúde muito ambiciosa para os parâmetros americanos. Com este feito, prevê-se que 95 por cento dos americanos possam ter acesso a um sistema de saúde. Com esta aprovação, Obama consegue uma verdadeira conquista depois de longos meses de negociação. Obama que tem vindo a sentir crescentes dificuldades na prossecução dos seus objectivos, tanto a nível interno, como externo - que teve o seu epílogo com a intransigência israelita relativamente aos colonatos. Assim, Obama consegue não só alcançar uma grande vitória, como respirar um pouco de alívio depois de tantas adversidades que têm surgido os últimos tempos. Para os americanos as notícias são auspiciosas, particularmente para os vastos milhões que se encontram arredados de cuidados médicos. O...

Obama - 1 ano

Barack Obama entra agora no seu segundo ano de presidência, depois de um ano atribulado, tal como se esperava. Barack Obama tomou posse há um ano tendo o ónus de milhões de pessoas que em si depositaram as suas expectativas e esperanças. Depois de anos dramáticos da Administração Bush, muitos americanos e cidadãos de todo o mundo acreditaram que Obama podia, de facto, ser radicalmente do seu antecessor. E, com efeito, o Presidente Obama tem sido diferente do seu antecessor, a começar no estilo a acabar no fim do unilateralismo como centro da política externa americana. E recorde-se que foi Obama o laureado com o Prémio Nobel da Paz - um prémio amplamente incompreendido. Durante um ano Barack Obama tentou reformar o sistema de saúde americano e, embora o plano não seja exactamente aquele congeminado pela sua Administração, tudo indica que algumas mudanças vão ocorrer no sistema de saúde americano. Obama tentou atenuar os efeitos da crise na economia americana e debate-se ainda com uma e...

Obama e popularidade

A popularidade de Obama tem vindo a descer nos últimos meses, chegando agora a ser inferior a menos de cinquenta porcento. As consequências da crise económica, designadamente ao nível do desemprego, têm sido determinantes para essa baixa de popularidade. Note-se que as críticas que têm sido feitas a Obama são, no seu essencial, injustas. É uma questão de olhar para a história dos EUA nos últimos anos e perceber que os EUA e, em larga medida, o mundo estão como estão graças às politicas do partido Republicano que foi o principal promotor da irresponsabilidade e ausência de supervisão dos mercados e no desmantelamento do Estado providência que se foi desenvolvendo depois do New Deal. Hoje uma larga franja de americanos assiste a um retrocesso acentuado na sua qualidade de vida; retrocesso que foi acelerado nas últimas décadas. Além da deterioração da qualidade de vida dos cidadãos, a crise que começou no sector financeiro e alastrou-se à economia real e à vida das pessoas rouba grande ma...

Um merecido Nobel da Paz

Barack Obama foi laureado com o prémio Nobel da Paz , pelos seus "esforços diplomáticos internacionais e cooperação entre povos". Trata-se do reconhecimento do trabalho realizado pelo Presidente americano no sentido da paz e da estabilidade. Imagine-se o que Obama poderá conseguir nos próximos anos - conseguiu ganhar o partido democrata, conseguiu chegar a Presidente dos EUA e agora é laureado com o prémio Nobel da Paz. Apesar dos esforços nítidos de melhorar a vida dos americanos e contribuir para a paz em várias regiões do mundo, ainda são muitos os que têm um olhar cínico sobre Obama, não só nos Estados Unidos, como noutras partes do mundo. Consequentemente, o Afeganistão e o Iraque são invariavelmente argumentos para enfraquecer a figura do Presidente americano. E apesar de a intervenção militar no Iraque e a guerra no Afeganistão terem sido problemas criados por uma outra administração, Obama é responsável por ainda não retirado dos dois países; e mesmo que se saiba que ...

Obama e o 11 de Setembro

Assinala-se hoje o oitavo aniversário sobre os atentados do 11 de Setembro . Existe contudo uma diferença entre os sucessivos anos que têm passado desde o 11 de Setembro: hoje os EUA têm um Presidente cuja postura, discurso e políticas são diametralmente opostas à de George W. Bush. Refira-se que uma das maiores diferenças entre os dois presidentes prende-se precisamente com a imagem que projectam do seu país para o resto do mundo. Com efeito, seria grosseiro estabelecer quaisquer paralelos entre a acção política de Obama e aquela que desenvolvida por Bush, mas é facto que hoje o mundo olha para os EUA com outros olhos - Barack Obama já fez mais em matéria de imagem dos EUA em quase um ano de mandato do que muitos presidentes fizeram em dois mandatos. Aliás, Obama herdou uma conjuntura manifestamente difícil deixada pela Administração Bush. Obama teve que refazer aquilo que Bush desfez nos anos em que esteve à frente dos destinos do país. O 11 de Setembro já foi adjectivado de todas as...

A luta de Obama

O Presidente Barack Obama entrou na fase mais importante do desafio de reformar a saúde nos Estados Unidos - a fase da aprovação ou não do Congresso. A luta de Obama é a todos os títulos meritória, trata-se afinal de melhorar um sistema de saúde que envergonha os americanos, providenciando um alargamento da cobertura, maior transparência no que diz respeito aos seguros e contenção de custos aliada à sustentabilidade do sistema. Para se conseguir atingir estes objectivos será necessária um mudança de sistema e, mais grave, uma mudança de mentalidades. Para nós europeus, o sistema de saúde americano fortemente apoiado em seguros de saúde privados, não faz qualquer sentido. A inexistência de um modelo público e tendencialmente gratuito como a regra e não como a excepção é inconcebível para qualquer europeu. A sociedade americana nunca escondeu a valorização do individualismo em detrimento de valores mais próximos dasolidariedade. A concepção de modelo social europeu simplesmente não faz ...

Extremismo americano

O Presidente Obama está a atravessar o período mais difícil desde que tomou posse. A principal razão estará relacionada nas mudanças que Obama pretende fazer na área da saúde e que conta com a forte oposição da direita e da ultra-direita dos Estados Unidos. Os argumentos falaciosos têm sido, de resto, recorrentes no discurso dos conservadores. Contudo, mais grave do que os argumentos falaciosos são as consequências que o discurso incendiário adoptado por muitos conservadores pode originar, designadamente no que diz respeito à própria integridade física do Presidente americano. Com efeito, Obama certamente sabia que a tarefa a que se propunha era hercúlea, mas o extremismo que toma invariavelmente conta de muitos opositores que não escondem o seu fanatismo poderá abalar a forte resiliência do Presidente americano. É assim que os EUA desperdiçam mais uma oportunidade de encetar mudanças que o país tanto necessita e, simultaneamente, o discurso inflamado contra Obama reforça o antiamerica...

Sócrates e a imagem

José Sócrates contratou a empresa responsável pela campanha eleitoral, na internet, de Barack Obama. A ideia é simples: utilizar recursos e estratégias que tão bons resultados produziram no outro lado do atlântico para dar uma nova dinâmica a uma campanha que não começou oficialmente mas que na prática encontra-se em pleno curso. O facto de se tratar da mesma empresa que foi responsável pela imagem de Obama nainternet poderá, considerá certamente o primeiro-ministro e os seus conselheiros, dar um forte contributo para o melhoramento da imagem do primeiro-ministro. Um pouco por todo o mundo assistimos a tentativas por parte de políticos, e não só, de usarem a imagem, o nome ou a equipa de Obama para tentar conseguir vantagens. No caso do primeiro-ministro a questão é um pouco diferente: a suposta modernidade que é a pedra angular das políticas do primeiro-ministro e da sua forma de se mostrar ao eleitorado, mais não é do que um recurso utilizado por outros políticos para escamotear as q...

Um dia de luto

A instabilidade no Irão continua longe de cessar, o candidato que saiu alegadamente derrotado das eleições, Mousavi, convocou um dia de luto em consequência da morte daqueles que protestaram contra as aparentes irregularidades que se verificaram no processo eleitoral. O regime, por sua vez, continua a dar sinais de pouca abertura e combate os insurgentes recorrendo aos tradicionais métodos de repressão. É prematuro falar-se no princípio do fim do regime que se instalou no Irão há 30 anos, mas não se pode ignorar que este conjunto de manifestações representam o período mais complexo para a teocracia iraniana. É improvável que a repressão que tem sido a tónica do regime nos últimos dias seja uma solução, logo restam poucas alternativas ao regime que não passem por algumas concessões, restando também a dúvida se mesmo essas concessões serão suficientes. Afinal de contas, muitos daqueles que se manifestam não pretendem apenas uma recontagem dos votos ou um novo processo eleitoral, mas sim...

100 dias

O Presidente Barack Obama cumpre os primeiros 100 dias na Casa Branca. É altura, por isso, de fazer alguns balanços da presidência que, apesar de algumas críticas, é globalmente positiva. As críticas são de duas ordens: aqueles que esperavam mais do Presidente dos Estados Unidos e aqueles que consideram que a postura do Presidente Obama pode por em causa a própria segurança dos Estados Unidos. Ambas são exageradas e apenas confirmam a impassibilidade de se conseguir agradar a Gregos e Troianos. Além disso há a tendência para criticar as políticas americanas por parte daqueles que sucumbem a tentações pautadas por sentimentos nefastos pelos EUA . De um modo geral, o Presidente Barack Obama conseguiu afastar o fantasma do seu antecessor e das suas políticas desastrosas, contribuindo para um melhoramento assinalável da imagem dos EUA no mundo. O anúncio do encerramento de Guantánamo , a tentativa de concertar esforços com os seus aliados, a aproximação a Cuba e essencialmente a forma desc...

Antiamericanismo levado ao extremo

O lançamento, ao que tudo indica de um míssil balístico, da Coreia do Norte constitui antes de mais um incumprimento de resoluções das Nações Unidas. Além disso, trata-se de uma clara atitude provocatória cujo único contributo é o de aumentar a instabilidade da região. Infelizmente, o ódio que é destilado pelos Estados Unidos não permite ver, como é hábito, o essencial. Os arautos do antiamericanismo mais primário perdem-se em questões colaterais e minudências . Assim, e apesar da atitude provocatória da Coreia do Norte e do seu desrespeito por resoluções da ONU, há quem prefira criticar a preponderância dos EUA e as incongruências da sua política externa. Pelo caminho todos esquecem a Coreia do Norte e perdoa-se a complacência das autoridades chinesas que vêm agora defender o direito norte-coreano ao uso pacífico do espaço, como se essa fosse a questão central. Na verdade, nem a postura e as políticas de Obama - diametralmente opostas à do seu antecessor - são capazes de apaziguar os...

Cimeira G20 em clima de forte contestação

A cimeira do G20, que tem lugar em Londres a partir de amanhã, já está a ficar marcada por acesas manifestações de descontentamento ainda antes de começar. Apesar das cimeiras desta natureza serem invariavelmente marcadas pela contestação, o contexto mudou. De facto, não se trata apenas de manifestações lideradas por grupos antiglobalização , com uma indisfarçável agenda política. Não, desta vez são os cidadãos comuns que se sentem alvo de uma burla de dimensões globais que se manifestam, sendo que algumas dessas manifestações estão a tomar proporções preocupantes. A cimeira dos G20 não tem muitas alternativas que não passem por caminhos para resolver, ou pelo menos atenuar, os efeitos dramáticos da crise. A cimeira, ainda antes de começar, já está a ser marcada por alguns desentendimentos entre os EUA/Reino Unido e o eixo Franco-Alemão, o que só por si pressagia um péssimo começo para a cimeira. Espera-se que o tom conciliatório de Obama e de Brown consiga produzir alguns frutos - est...

A diplomacia de Obama

Barack Obama fez passar uma mensagem ao povo iraniano recorrendo para isso a um vídeo em que pede um novo começo. Num tom mais sereno, adoptando o comportamento contrário ao seu antecessor, o agora Presidente americano procura, através da diplomacia e do diálogo chegar a entendimentos com países que num passado recente faziam parte o "eixo do mal", como é o caso do Irão. Recorde-se que a questão iraquiana não é indissociável do Irão, e mais não seja devido às relações da maioria xiita do Iraque com o regime de Teerão. O Presidente Obama inaugurou um novo estilo de governação, assente na diplomacia e na aproximação a países com os quais os Estados Unidos têm mantido relações difíceis. Obama cumpre assim escrupulosamente aquilo que advogou na sua campanha eleitoral, ou seja, que o primeiro passo seria sempre o do diálogo. É evidente que esta aproximação ao Irão acarreta alguns perigos, de um modo geral o regime iraniano continua apostado no desenvolvimento nuclear, insiste na a...

Obama e a esperança

Barack Obama, Presidente dos Estados Unidos, tentou, durante o seu discurso ao congresso, devolver a esperança aos americanos. A situação é de facto difícil. O primeiro discurso do novo Presidente americano no congresso teve dois aspectos importantes: um primeiro relacionado com medidas para combater a crise, voltando a referir as reformas na saúde, educação e energia como elementos centrais da sua política de recuperação económica. Por outras palavras e contrariamente a alguns políticos europeus, Barack Obama propõe medidas para fazer face à crise, mas sem perder de vista as necessárias reformas nos sectores acima citados. A ideia parece ser a de resolver os problemas do presente, mas simultaneamente preparar o futuro; outro aspecto decisivo do discurso do Presidente americano prende-se com a tentativa, bem sucedida, de passar uma mensagem de esperança e de algum optimismo. Embora o Presidente americano tenha tomado posse há pouco mais de um mês, as críticas têm vindo gradualmente a a...

Reforço do contingente no Afeganistão

O Presidente Barack Obama anunciou o envio demais soldados para o Afeganistão. Este reforço do contingente no Afeganistão é também o reconhecimento por parte dos Estados Unidos dos problemas crescentes deste país. Aliás, Barack Obama já tinha por diversas vezes reconhecido o problema do Afeganistão. O Presidente americano reconhece também que o problema é apenas militar, deixando antever outras formas de intervenção. O Afeganistão, apesar da intervenção americana e de outros países, e, em algumas circunstâncias graças a essa intervenção, é ainda o palco ideal para a proliferação do extremismo. Recorde-se que a ameaça talibã há muito que deixou de ser uma ameaça. As forças americanas têm tido dificuldades em afastar os talibãs e no decurso da sua intervenção militar são amiúde o alvo do ódio dos próprios afegãos - uma situação não muito diferente do se passa no Iraque. Infelizmente, enquanto países como o Afeganistão continuarem vulneráveis ao radicalismo islâmico, o terrorismo continua...

O mundo mais próximo dos Estados Unidos

Na tomada de posse de Barack Obama, seguida com grande entusiasmo nos Estados Unidos e no resto do mundo, o novo Presidente americano fez um discurso que nos faz sentir, em particular a nós europeus, mais próximos dos Estados Unidos. De facto, o discurso do Presidente americano também serviu para relembrar a todos que é possível fazer política sem dividir. Más notícias para quem não consegue ultrapassar um ódio visceral, latente ou visível, sobre tudo o que esteja relacionado com os Estados Unidos. Será curioso assistir aos paradoxos que provavelmente a presidência de Obama vai levantar em certos segmentos da vida política na Europa. Apesar da existência de algumas vozes que vêem em Obama apenas e só uma futura desilusão, grande parte dos americanos e do resto do mundo têm esperança que Obama seja de facto a personificação da mudança. Os líderes europeus mostram-se ansiosos por trabalhar com Obama; no Médio Oriente a esperança também tem o rosto de Barack Obama; o mesmo se passa em Áf...

Obama e o nosso pessimismo

Há quem não resista a mostrar o seu pessimismo misturado com alguma má fé e a recorrente descrença em tudo o que esteja relacionado com os Estados Unidos, ou em casos mais particulares, tudo o que se insira no contexto da política. De resto, vinga a ideia de que dos Estados Unidos nada poderá vir de bom, nem mesmo a eleição de um afro-americano num país considerado por muitos como sendo intolerante, retrógrado, virado para si próprio. Nestas condições, muitos dos que opinam sobre o assunto são incapazes de esperar para ver, encetando assim formas de diminuir a importância de Barack Obama ou, como é possível ler-se num blogue, associando as multidões que se deslocaram a Washington a greves ou a parolice. Esta estreiteza de espírito deveria merecer o mais inexorável desprezo, ao invés de se dedicar algumas linhas ao assunto. Todavia, estas manifestações de mesquinhez são demonstrativas do seguinte: apesar de Obama ter feito uma campanha exemplar, apesar de ter sempre demonstrado uma acen...

Os desafios do Presidente Obama

Barack Obama toma hoje posse do cargo por muitos considerado como sendo o mais importante do mundo e rodeado de um apoio popular inaudito. Com efeito, o recém-eleito Presidente americano conta com um extraordinário estado de graça que, apesar das vindouras e inevitáveis desilusões, tem tudo para não ser apenas um fenómeno efémero. Segundo algumas sondagens, o novo Presidente tem vindo a sua popularidade aumentar desde as eleições em Novembro, atingindo agora valores sem precedentes nas últimas décadas. Os desafios do agora Presidente americano são incomensuráveis. A começar na crise financeira que teve o seu epicentro precisamente nos Estados Unidos e que estão a ter consequências dramáticas para muitos americanos. Por outro lado, o mundo atravessa períodos de incerteza e de instabilidade. O último grande exemplo disso mesmo tem sido o recrudescimento da violência entre Israel e o Hamas. Mas o problema do Irão, o regresso à instabilidade no Afeganistão e a ocasional provocação russa sã...

A um dia da tomada de posse

Barack Obama está a um dia de tomar posse como novo Presidente americano. Amanhã será um dia verdadeiramente histórico. Obama agradeceu aos americanos ( http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1356639&idCanal=11 ) e mostrou uma vez mais que consegue equilibrar no seu discurso os onerosos desafios do futuro e a força que os americanos têm para ultrapassar esses desafios. Ora, o dia de amanhã tem sido impacientemente aguardado por muitos americanos e por grande parte do mundo. Aliás, é curioso como o anódino cessar-fogo entre Israel e o Hamas concretizou-se quando faltavam escassos dias para Obama tomar posse. Com efeito, o fim da era Bush e o inicio da presidência de Obama têm fortes efeitos psicológicos quer nos EUA, quer em todo o mundo. Hoje, por exemplo, as bolsas deram sinais positivos, sinais esses que não são alheios ao facto de faltar apenas um dia para a tomada de posse de Obama. As expectativas, muito se tem dito, são demasiado altas. Mas também é verdade que as...