A tese segundo a qual se está enveredar por um caminho de perseguição à Igreja ganha adeptos, embora essa tese esconda o essencial: a Igreja reage aos acontecimentos e às acusações numa tentativa de preservar a qualquer custo a sua imagem. Aliás, não se estaria à espera que as reacções fossem de outra natureza que não esta. Também é evidente que este é o pretexto ideal para se destilar ódios. No entanto, o facto é que há centenas (milhares?) de alegadas vítimas que acusam taxativamente membros da Igreja de pedofilia; outro facto é a reacção da própria Igreja, entre o silêncio e o encobrimento.
Quanto à perseguição, digo apenas que os paralelismos com o anti-semitismo me parecem claramente exacerbados. Acusa-se a Igreja de não ter agido em conformidade com a gravidade da situação, mas, de um modo geral, não há perseguição, e a haver limita-se a algum aproveitamento residual que não pode servir de pretexto para se fugir à questão essencial: a reacção da Igreja perante acusa…
Quanto à perseguição, digo apenas que os paralelismos com o anti-semitismo me parecem claramente exacerbados. Acusa-se a Igreja de não ter agido em conformidade com a gravidade da situação, mas, de um modo geral, não há perseguição, e a haver limita-se a algum aproveitamento residual que não pode servir de pretexto para se fugir à questão essencial: a reacção da Igreja perante acusa…