A entrevista do Presidente da República, ontem da RTP, marca claramente o princípio da campanha eleitoral, com vista à reeleição para a Presidência da República, pese embora Cavaco Silva ainda não tenha assumido sequer que é candidato a Presidente da República. Cavaco Silva sabe que a sua Presidência saiu fragilizada nos últimos meses, em particular antes das eleições legislativas e que agora começa a ser hora de arrepiar caminho.
Cavaco Silva não se quis comprometer com a situação de grave instabilidade que o país vive, do ponto de vista político, com o envolvimento e desgaste do primeiro-ministro. Cavaco Silva não fez mais do que sacudir a água do capote ao insistir na questão da moção de censura. Em síntese, o que Presidente assumiu é que não vê razões substanciais para intervir institucionalmente no actual quadro político, através da dissolução da Assembleia da República, e se existem razões que possam justificar a queda do Governo, a Assembleia da República tem poderes para o faze…
Cavaco Silva não se quis comprometer com a situação de grave instabilidade que o país vive, do ponto de vista político, com o envolvimento e desgaste do primeiro-ministro. Cavaco Silva não fez mais do que sacudir a água do capote ao insistir na questão da moção de censura. Em síntese, o que Presidente assumiu é que não vê razões substanciais para intervir institucionalmente no actual quadro político, através da dissolução da Assembleia da República, e se existem razões que possam justificar a queda do Governo, a Assembleia da República tem poderes para o faze…