O ministério da Educação e o sindicato dos professores chegaram a um entendimento sobre o polémico processo de avaliação dos professores. A ministra da Educação apressou-se a afirmar que não se tratava de um recuo do Governo. Politicamente, trata-se de um recuo. A ministra pode elaborar os artifícios semânticos que entender, mas é mesmo disso que se trata – de um recuo.
O processo de avaliação dos professores foi alvo de críticas, não apenas por iniciativa da classe docente, mas também dos partidos da oposição e de vários quadrantes da sociedade portuguesa. Para além das críticas que incidiam sobre vários itens do modelo de avaliação proposto pelo ministério, sobravam igualmente criticas à forma como se estava a tentar impor, extemporaneamente e à margem de toda uma classe profissional, um modelo de avaliação que gerou demasiadas divergências. O zénite do desagrado dos professores foi a famigerada manifestação que reuniu um número atípico de manifestantes. O sinal foi claro para o Gove…
O processo de avaliação dos professores foi alvo de críticas, não apenas por iniciativa da classe docente, mas também dos partidos da oposição e de vários quadrantes da sociedade portuguesa. Para além das críticas que incidiam sobre vários itens do modelo de avaliação proposto pelo ministério, sobravam igualmente criticas à forma como se estava a tentar impor, extemporaneamente e à margem de toda uma classe profissional, um modelo de avaliação que gerou demasiadas divergências. O zénite do desagrado dos professores foi a famigerada manifestação que reuniu um número atípico de manifestantes. O sinal foi claro para o Gove…