As caricaturas retratando o profeta Maomé, que há dois anos provocaram reacções do mundo islâmico, voltaram a ser publicadas em alguns jornais dinamarqueses. A publicação das polémicas caricaturas surge depois se conhecer um plano para assassinar um dos caricaturistas.
Há dois anos discutia-se vivamente a fronteira entre o respeito por uma religião e a liberdade de expressão que caracteriza indelevelmente os países democráticos. Desde logo, importa fazer referência à importância da liberdade de expressão que, mais do que ser característica dos países democráticos, é elemento indissociável do modo de vida ocidental, e quando posta em causa, origina reacções tempestuosas. Não seria de esperar outra coisa que não fosse a defesa veemente da liberdade de expressão por parte de quem faz uso dela diariamente e sente gratificação de viver num contexto onde essas liberdades efectivamente existem.
Não é de estranhar, portanto, que alguns jornais dinamarqueses fizessem valer a sua posição de defes…
Há dois anos discutia-se vivamente a fronteira entre o respeito por uma religião e a liberdade de expressão que caracteriza indelevelmente os países democráticos. Desde logo, importa fazer referência à importância da liberdade de expressão que, mais do que ser característica dos países democráticos, é elemento indissociável do modo de vida ocidental, e quando posta em causa, origina reacções tempestuosas. Não seria de esperar outra coisa que não fosse a defesa veemente da liberdade de expressão por parte de quem faz uso dela diariamente e sente gratificação de viver num contexto onde essas liberdades efectivamente existem.
Não é de estranhar, portanto, que alguns jornais dinamarqueses fizessem valer a sua posição de defes…