Parece haver um consenso quanto ao definhar dos partidos políticos, designadamente em relação aos os dois grandes partidos: PS e PSD. Em concreto o que se verifica é uma frugalidade de ideais que é perfeitamente exasperante e indiciadora da ausência de rumo dos dois principais políticos e a subsequente degradação da qualidade da própria democracia portuguesa.
Analisando caso a caso, verifica-se que o PS é um partido encerrado em si mesmo, ou melhor, encerrado nos ditames de uma liderança pouco adepta do diálogo e da troca de ideais. O PS limita-se a seguir as instruções do líder. Não há oposição interna – exceptuando a presença sempre activa do deputado Manuel Alegre –, e o partido parece sentir-se bem com todas as más decisões do Governo e com as suas inefáveis incongruências. O PS é um partido vazio, um partido de pacotilha, uma quase nulidade política que só dá sinais de vida quando vem corroborar caninamente os ditames governamentais, ou quando, esporadicamente, o deputado Manuel A…
Analisando caso a caso, verifica-se que o PS é um partido encerrado em si mesmo, ou melhor, encerrado nos ditames de uma liderança pouco adepta do diálogo e da troca de ideais. O PS limita-se a seguir as instruções do líder. Não há oposição interna – exceptuando a presença sempre activa do deputado Manuel Alegre –, e o partido parece sentir-se bem com todas as más decisões do Governo e com as suas inefáveis incongruências. O PS é um partido vazio, um partido de pacotilha, uma quase nulidade política que só dá sinais de vida quando vem corroborar caninamente os ditames governamentais, ou quando, esporadicamente, o deputado Manuel A…