Quando se fala em Médio Oriente, acaba-se invariavelmente por referir o conflito israelo-palestiniano, e quando assim é, não raras vezes insiste-se na radicalização de posições – ou se entende incondicionalmente o lado palestiniano ou se faz o mesmo com as razões israelitas. Esta é, claramente, uma questão complexa e que acarreta dificuldades nas possíveis soluções para o infindável conflito que parece separar indelevelmente israelitas e palestinianos.
É possível compreender os argumentos de uns e de outros, porém, não se pode aceitar, que para se atingir um determinado fim, se recorra ao terrorismo. Essa deverá sempre ser uma posição inexpugnável.
Se somos capazes de perceber as razões de um povo que tem de viver sob o jugo de um outro povo (israelita no caso em discussão), com manifestas dificuldades económicas e vendo que a possibilidade de viver num Estado independente é-lhe reiteradamente vedada; não é menos verdade que reconhecemos as dificuldades de um povo minoritário que luta d…
É possível compreender os argumentos de uns e de outros, porém, não se pode aceitar, que para se atingir um determinado fim, se recorra ao terrorismo. Essa deverá sempre ser uma posição inexpugnável.
Se somos capazes de perceber as razões de um povo que tem de viver sob o jugo de um outro povo (israelita no caso em discussão), com manifestas dificuldades económicas e vendo que a possibilidade de viver num Estado independente é-lhe reiteradamente vedada; não é menos verdade que reconhecemos as dificuldades de um povo minoritário que luta d…