Já há acordo em torno de uma discussão mais alargada sobre a flexisegurança entre os parceiros sociais europeus. A CGTP ficou de fora deste acordo e já manifestou a sua intenção de não votar favoravelmente. De facto, as alterações na dinâmica laboral escapam por completo ao entendimento da CGTP que continua a pugnar por modelos inexequíveis e, por norma, contraproducentes. Além disso, a CGTP convocou uma manifestação para a altura de cimeira europeia, e também neste aspecto está isolada, não havendo a participação de outros sindicatos europeus.
Note-se que este acordo sobre a flexisegurança pode ser um bom sinal, na medida em que agora se pode dar início a uma discussão séria sobre o mercado laboral, procurando uma convergência de políticas, mas salvaguardando as devidas diferenças entre os vários Estados-membros europeus.
No contexto português, a existência de um Governo pouco facilitador do diálogo aliado à existência de sindicatos monolíticos que recorrem exclusivamente a uma retóric…
Note-se que este acordo sobre a flexisegurança pode ser um bom sinal, na medida em que agora se pode dar início a uma discussão séria sobre o mercado laboral, procurando uma convergência de políticas, mas salvaguardando as devidas diferenças entre os vários Estados-membros europeus.
No contexto português, a existência de um Governo pouco facilitador do diálogo aliado à existência de sindicatos monolíticos que recorrem exclusivamente a uma retóric…