Agora que se atravessa o período de férias escolares, os problemas da Educação devem continuar a ser inexoravelmente discutidos. É curioso verificar o consenso em torno da importância da Educação e, paradoxalmente, constatar-se que a Educação, volvidos dois anos da entrada em funções do actual Executivo, continua a ser a parente pobre de um país que permanece, em larga medida, ignorante. Na verdade, este Governo que faz a apologia do progresso, não tem uma filosofia para a Educação, e tenta colmatar essa falha com paliativos que não resolvem o problema de fundo.
É fundamental que se refira o triunfo do facilitismo que impregna e conspurca a Educação. Hoje, mais do que nunca, é possível asseverar-se que se aposta quase tudo na quantidade em detrimento da qualidade. O Governo tem objectivos políticos – a guerra dos números, em particular da OCDE, que envergonham país é razão mais do que suficiente para o recurso a todo o tipo de expedientes para melhorar, artificialmente, a imagem do paí…
É fundamental que se refira o triunfo do facilitismo que impregna e conspurca a Educação. Hoje, mais do que nunca, é possível asseverar-se que se aposta quase tudo na quantidade em detrimento da qualidade. O Governo tem objectivos políticos – a guerra dos números, em particular da OCDE, que envergonham país é razão mais do que suficiente para o recurso a todo o tipo de expedientes para melhorar, artificialmente, a imagem do paí…